Sunday, 5 April 2015

Drowning Deep Down Despair

In the ocean of my sadness
Almost driven to madness
I've been diving deep beneath
‘Twas getting hard to breathe
But your anchor I have found
And came back safe and sound

After all, there was no treasure
Almost crushed by the pressure
At the verge of detonation
From above came salvation
Someone sailing 'round my sea
While watching out for me

From chaos I’ve been freed
Just in my time of need
All my wounds ceased to bleed

Back in the light of day
As in the grass I lay
I greet the sun’s first ray

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Rumo ao Inesperado by João Massada is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Thursday, 2 April 2015

Rumo ao Inesperado

Um barco na areia encalhado
De um inf’liz já quase acabado
Pela tempestade levado
Submetido a tão triste fado

Por maus caminhos de Proteu
Sem os conselhos de Nereu
O rumo traçado perdeu
Três mil e uma injúrias sofreu

Pelo o oceano ambos cuspidos
Conjuntamente destruídos
Ossos e madeira partidos
Rochedos e areal tingidos

Um último olhar para o mar
Já sem muito mais para dar
E menos em que acreditar
Assim um grito faz soar:

“Será só isto que consegue!?
Este corpo jamais se ergue
Vinde lá a onda que se segue
E que no profundo me entregue!"

Arrastado p’la margem fora
Que puxa-o a corrente agora
Para o além se vai embora
Destino Estige, sem demora